O Xaile ontem foi à rua. O Coliseu estava cheio. Tantas pessoas com o mesmo sentimento, o mesmo entusiasmo, a mesma euforia. Queríamos todos o mesmo. Vibrar, sentir, cantar, gritar. Manuel Cruz esteve como esperávamos. Sem falhas. Um concerto para guardar do lado esquerdo do peito. Uma lembrança para contar aos filhos. A certeza que estivemos no sítio certo, no dia certo. Com a companhia certa.
Por uma noite o Xaile deixou de ser amarelo e se entregou ao Violeta. De braços abertos.
Nem o calor absurdo que se fez no Coliseu impediu que a emoção nos invadisse.
Lou M.
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